Embora todos esperassem que no dia 1 de abril se manifestasse o agora famoso malware conficker, isto não ocorreu. Pior, não se sabe ao certo o que o Conficker faz, então na verdade ele pode estar realizando a sua função desde o princípio.
Isso me preocupa mais do que se ele manifestasse de uma forma clara como apagando arquivos ou qualquer outro comportamento visível, já que é sofisticado e não sabemos qual sua verdadeira função, podendo ser muito mais perigoso do que se imagina.
Visualize daqui pra frente que isto se torne uma tendência no software malicioso, tornando mais difícil o trabalho de detecção e remoção dos malware e aumentando o risco para o usuário do correto funcionamento de sua máquina, além de por em risco a sua privacidade e suas informações sigilosas, como dados pessoais e transações financeiras.
Fonte: Meio Bit.