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Mercado Intel lança chips e demonstra loja
Posted by Daniel Pantano de Moura to TecnologiaA Intel lançou uma série de novos processadores para computadores, em meio à busca da companhia para manter sua posição dominante no mercado e expectativas de aumento da demanda.
Os novos microprocessadores, desenvolvidos para desktops e notebooks, são os primeiros de uma nova geração de chips com transistores menores que, segundo a Intel, vão melhorar o desempenho e diminuir o consumo de energia.
O lançamento da Intel veio antes de sua principal rival, a Advanced Micro Devices, que só deve lançar uma linha nova de chips com esses circuitos menores, de 32 nanômetros, até 2011.
“É importante porque são seus primeiros produtos de 32 nanômetros, mas se olharmos o que estão lançando em termos de notebooks e desktops, veremos que eles já têm uma vantagem sobre a AMD”, disse o analista da Real World Technologies, David Kanter.
O presidente da Intel, Paul Otellini, afirmou durante a Consumer Electronics Show, em Las Vegas, que a companhia espera capitalizar sobre um mundo hiperconectado formado por produtos de todos os tipos. “Todo aparelho eletrônico vai eventualmente se conectar à Internet”, afirmou o executivo na feira.
Otellini também revelou uma versão de teste de uma loja de aplicativos da Intel voltada a netbooks, a Intel AppUp Center. Programas de uma série de categorias podem ser baixados de graça ou comprados pelo site da fabricante de chips e a companhia planeja expandir a loja para outros produtos como PCs, smartphones e TVs.
A Intel, maior fabricante de chips do mundo, teve uma participação de mercado de 81,5 por cento no setor de microprocessadores no terceiro trimestre, segundo o grupo de estudos Mercury Research. Já a AMD teve 17,8 por cento de participação.
O lançamento de novos processadores segue o lançamento do novo sistema operacional Windows 7, o que, executivos da Intel esperam, levará consumidores e empresas a substituírem seus computadores antigos por novos, mais potentes.
A fabricante de chips deve divulgar seus resultados para o quarto trimestre de 2009 na semana que vem. Analistas esperam um aumento de 23 por cento na receita em relação a um ano antes, para cerca de 10,2 bilhões de dólares, fechando bem um ano que começou com uma queda de 26 por cento no primeiro trimestre em meio à crise econômica.
Fonte: Info Online.
Tags: intel Comments
8 dicas para o melhor uso do BI que já existe na empresa
Posted by Daniel Pantano de Moura to Informações , Notícia , PesquisaSaiba como otimizar os recursos disponíveis e evitar novos gastos em ferramentas que permitem conhecer melhor o seu negócio.
Diante da limitação de recursos imposta pelo desaquecimento econômico, os gestores estão se apoiando como nunca em ferramentas de business intelligence (BI). Os executivos estão usando estas soluções para obter economia operacional e focar nas estratégias de produtos. “A situação difícil pela qual passam alguns dos nossos clientes acelerou a tendência de retorno ao BI”, concorda Nick Millman, diretor sênior de serviços de gestão de informação da consultoria Accenture.
Os modelos de negócio precisam refletir estas mudanças de estratégia, observa Bill Hostmann, analista da consultoria Gartner. “Para serem eficazes, os decisores precisam contar com os modelos de informação certos”. As organizações de TI, contudo, não têm demonstrado pressa para comprar novos software de BI ou criar data warehouses. Em vez disso, estão se esforçando para fazer render ao máximo as ferramentas já implementadas na empresa. “As organizações estão procurando utilizar soluções que possuem, em vez de comprar hardware e software adicional”, explica Millman.
Ou seja, otimizando recursos que estão em casa é possível conseguir uma solução de BI que cabe no orçamento. Executivos que seguiram este caminho dão oito dicas para extrair mais vantagens das ferramentas existentes.
1 – Consolide suas ferramentas
“Em geral, as pessoas têm mais ferramentas do que precisam, o que pode desviar o foco”, diz Anthony Abbattista, vice-presidente de soluções de tecnologia da seguradora Allstate Insurance. As organizações acabam tendo “grupos diferentes de pessoas fazendo análises semelhantes com ferramentas diferentes”, o que gera uma confusão desnecessária. Abbattista recomenda que as estruturas se consolidem. “Empregue o número mínimo de ferramentas necessárias para executar o trabalho”.
2- Deixe o comando a cargo do negócio
A retração econômica ressaltou a importância das companhias aplicarem a tecnologia de BI para resolver os problemas certos. As organizações de TI ainda caem na armadilha de colocar a tecnologia em primeiro plano em vez de criar modelos capazes de responder às necessidades evolutivas do negócio, afirma Millman, da Accenture. Trabalhe junto ao negócio antes de desenvolver novos modelo de informação.
Para começar, tenha uma visão clara de como a informação vai gerar valor para a organização, aconselha Millman. “Pense nas intervenções no negócio que você espera obter das ferramentas de BI. Entenda de onde virá o benefício para o negócio e, então, configure as ferramentas e os processos”.
Na Allstate, há duas áreas de interesse: gerenciar índices de sinistro/despesa e mensurar a eficácia do call center. “Selecionamos especialistas nas ferramentas e nos métodos e os colocamos junto com o pessoal de negócio para descobrir alvos de alto valor”, diz Abbattista.
Segundo ele, nas empresas maiores existe a tentação de se fazer coisas demais com BI. Concentrar-se em um número menor de ferramentas ajuda a resolver este problema. Além disso, os gestores precisam priorizar o que for mais importante. “Os últimos tempos trouxeram para o centro do palco a ideia de mensurar bem um número menor de coisas”, observa Abbattista.
3 – Novos mercados pedem novos modelos de dados
De acordo com Hostmann, do Gartner, muitas organizações estão passando por uma grande mudança de estratégia: de ofertas de produtos de alto valor a ofertas de produtos de baixo custo. Entretanto, as companhias que não podem competir no mercado de baixo custo precisam descobrir um meio de galgar a cadeia de valor – e, para chegar lá, estão usando ferramentas de BI.
Foi o que fez a Creativity. A companhia combateu a tendência à “commoditização” em seus mercados principais recorrendo ao pacote de BI IBM Cognos 8 para identificar e desenvolver produtos de alto valor que não poderiam ser facilmente “commoditizados” por seus concorrentes da arena de baixo custo. O ponto de partida foi adquirir dados transacionais de varejistas nos segmentos de brinquedos, moda e acessórios e acrescentá-los ao data warehouse existente para analisar tendências atuais de compra. Neste processo, também foi usado o software de previsão SmartForecast, da Smart Software.
Toda essa análise resultou em produtos mais “orientados para o design e a moda”, tais como uma linha de bonecas de papel baseada no popular programa de televisão Project Runway. Tudo indica que a estratégia está dando certo. Os produtos voltados para moda e outros exclusivos da Creativity passaram a ser a parte dominante do negócio – acima de 50% – e contribuíram para uma proporção ainda maior de suas margens, revela Mulholland.
4 – Centralize a business intelligence
Para ajudar a identificar as áreas de interesse certas, Mulholland, da Creativity, montou um centro de análise de excelência, um grupo formado por representantes de diferentes partes do negócio, desde vendas a operações. “Você está empenhado em elevar o QI de cada membro da companhia em termos de conhecer as principais métricas do negócio e mensurá-las com precisão, no tempo certo e em todas as áreas do negócio”, afirma.
A Creativity desenvolveu conjuntos de ferramentas e modelos de lucratividade comuns aos grupos de vendas e finanças. Relatórios são encaminhados aos desktops e visualizados em aplicativos dashboard. A partir daí, os usuários podem entrar e fazer análises mais abrangentes.
A IBM está promovendo centros deste tipo junto aos seus clientes Cognos para criar um conjunto padronizado de modelos na organização por meio do uso das ferramentas de business intelligence existentes. Um conjunto comum de dashboards de BI desenvolvido para um departamento, por exemplo, pode ser estendido a outros. Assim, novos grupos não têm que reinventar a roda e estão prontos para operar mais rapidamente.
As ferramentas de BI também estão sendo subutilizadas. As partes interessadas na área de negócio talvez vejam BI mais como uma ferramenta de relatório e análise voltada a TI do que uma ferramenta de negócio. Ou as ferramentas são valorizadas apenas por TI e um ou dois outros grupos, como finanças.
5 – Acrescente dados ao data warehouse
Quando se trata de data warehouse, a recessão econômica atual é uma ótima oportunidade para a organização rever o que está perseguindo e colocar mais dados de operações de negócio no funil a fim de obter economias adicionais. Mas é necessário ser muito seletivo quanto ao que será acrescentado, orientam os especialistas.
Milley sugere adicionar dados de call centers, web logs ou outras fontes. A pergunta que as companhias precisam fazer nestes tempos é: “O que será que eu tenho que eu posso colocar no data warehouse a um custo relativamente baixo?”
6 – Utilize melhor os dados que possui
Em alguns casos, “fazer mais com menos” é só uma questão de pegar os dados que os usuários já têm e apresentá-los de uma maneira mais útil. O Órgão de Serviços de Business Intelligence do Departamento da Receita do Estado norte-americano de Wisconsin descobriu um modo de apresentar uma visão plurianual dos dados de impostos em uma única tela, explica a diretora Janna Baganz. “Isso gerou economia de tempo.”
O grupo também combinou dados dos sistemas de auditoria e processamento de renda do Estado, retirando das mãos dos usuários a análise de relatórios de exceção. Agora, quando determinadas regras de negócio excluem uma declaração de imposto de renda do sistema de processamento, a equipe não tem mais que passar 20 minutos executando um relatório manual em outro sistema e, depois, analisá-lo para resolver o problema.
7 – Mantenha seus modelos enxutos
Certifique-se de que você tem um modelo de dados claro e consistente antes de trazer novos dados para o seu data warehouse ou importá-los de alguma outra parte do negócio. Os novos dados têm de estar em conformidade com o modelo adotado. Muitas vezes, diz Millman, informações de fontes ou seções diferentes do negócio são acrescentadas ao data warehouse sem suficiente atenção ao modo como os dados existentes são modelados. Resultado: fica difícil extrair sentido de relatórios ou informações de negócio que permeiam mais de uma seção.
Dados financeiros e de serviço ao cliente, por exemplo, poderiam ser modelados de maneiras totalmente diferentes. A Accenture, observa Millman, gasta muito tempo ajudando seus clientes a rearquitetar o modo de armazenar dados.
8 – Ajude os usuários a entender os dados, não apenas as ferramentas
Não adianta aumentar o número de usuários com acesso a ferramentas de BI se eles não souberem empregá-las. Mas esse não é o maior problema quando se trata de educar o usuário. “A tendência tem sido um front end mais simples e mais intuitivo”, diz Millman. E, sem dúvida, os dashboards ajudaram nisso.
Fonte: ComputerWorld.
Tags: bi, business intelligence Comments
11 previsões para a área de TI em 2010
Posted by Daniel Pantano de Moura to Informações , TecnologiaPedimos a seis observadores da indústria de TI para fazerem suas previsões para 2010, e analisarem quem sairá vencedor e quem sairá perdedor neste ano. Confira o que dizem analistas e consultores da área de tecnologia da informação nos Estados Unidos:
Pessoal e profissional
As vendas de computadores no mercado corporativo ficaram fracas por um tempo. De fato, a média de idade dos computadores é cinco anos. Nesse tempo, e-readers, smartphones, netbooks e laptops inundaram o mercado com preços agressivos. No fim de 2010, a área de TI deve se sentir oprimida pelo crescimento de empregados de todos os níveis querendo ajuda para conseguir colocar seus próprios produtos para funcionarem em redes corporativas – Rob Enderle, principal analista do Enderle Group.
O fim dos “brindes” na internet
A internet não era um ambiente comercial em seus primeiros 30 anos de existência, estabelecendo um núcleo ético não-lucrativo. O ano de 2010 marcará o fim do “grátis burro” e uma transição para o “grátis inteligente”. Fabricantes sempre darão “amostras grátis”, mas seus principais produtos serão pagos, seja por assinatura ou por micropagamentos. Serviços de banda larga podem introduzir limites de 50 GB por mês, cobrando multas para quem ultrapassar isso – Bo Parker, diretor do PricewaterhouseCoopers.
Cansados do Facebook
Nós veremos as redes sociais diminuírem, mas usuários continuarão usando plataformas para construir a própria marca. Para a maior parte das pessoas, atualizar o Facebook é tedioso; Twitter exige muito trabalho, mas pode ser um bom meio de se promover, com esforço. LinkedIn está melhorando, muito por causa da seção de respostas: usuários podem se tornar autoridades reconhecidas em assuntos investindo uma hora ou duas por semana postando questões e respostas – Mike Dover, co-autor do livro Wikibrands: Como construir uma imagem em um Mercado controlado pelo consumidor (tradução livre do inglês Wikibrands: How to Build a Brand in a Customer-Controlled Marketplace).
Fim da privacidade
Dez anos atrás, a indústria da privacidade estava crescendo. Em 2010, estamos na extremidade de ter a privacidade deixada de lado com o que nos preocupamos. O gerenciamento vai continuar consumindo a maior parte dos custos. Infelizmente, a comunidade da privacidade não conseguiu transmitir sua mensagem para a linguagem dos negócios. Mais prejudicial é a incapacidade de compreender e participar das preocupações com a privacidade da próxima geração de líderes – Thornton A. May, colunista de Computerworld dos Estados Unidos.
Demora para aumentar o staff
A área de TI nos EUA não vai contratar até o fim do ano, e provavelmente só em 2011, a não ser que tenha uma grande mudança na economia, que atravesse o terceiro ano de instabilidade. Espere que a recuperação seja mais demorada do que outras, aumentando níveis salariais e hablidades necessárias para funcionários – David Foote, CEO da Foote Parners.
Habilidades sociais
O conceito de especialista em rede social pode parecer estranho, mas há uma oportunidade em 2010 para quem entende como fazer uso delas em prol da empresa. Enquanto há muitas pessoas brincando nesse mercado, ainda acho que muita gente não entende o básico das redes sociais e reluta em pedir ajuda – Mike Dover, co-autor do livro Wikibrands: Como construir uma imagem em um Mercado controlado pelo consumidor (tradução livre do inglês Wikibrands: How to Build a Brand in a Customer-Controlled Marketplace).
Visão de raio-X
A visão raio-x do Superman vai virar realidade. Bem, não exatamente, mas quase. A Universidade de Utah desenvolveu um meio de olhar através de paredes, usando uma rede de rádios baratos. Departamentos de incêndio usarão essa tecnologia para ver pessoas em construções que estão em chamas. Políciais usarão para procurar criminosos. Shoppings, metrô, arenas esportivas e outros lugares públicos usarão o sistema para ver como as pessoas se movem por espaços públicos – Bart Perkins, colunista da Computerworld e sócio da Leverage Partners Inc.
Os vencedores de 2010
Trabalhadores de TI que respiram redes sociais
A mídia social pode ter começado como uma moda passageira, mas rapidamente ganhou sérios propósitos corporativos. A busca vai se intensificar em 2010 para especialistas que podem colocar grandes audiências nas mensagens, produtos e serviços da companhia. As habilidades exigidas vão ser técnicas mas também de negócios – e focadas nos consumidores – David Foote, CEO da Foote Parners.
Amazon vende mais do que eBay
As ações da Amazon atingiram seu valor máximo em outubro, e sim, isso inclui a melhor fase da companhia durante a bolha da internet. Ela é bem sucedida porque dá atenção às corporações (adquirir o serviço da Zappos ajudou) e à ciência de gerenciamento – sua mecânica colaborativa de filtros fica melhor e melhor.
E, finalmente, sua plataforma exige que vendedores dêem mais informações do que o eBay. Como resultado, a Amazon oferece muito mais segurança para os compradores – Mike Dover, co-autor do livro Wikibrands: Como construir uma imagem em um Mercado controlado pelo consumidor (tradução livre do inglês Wikibrands: How to Build a Brand in a Customer-Controlled Marketplace).
Os perdedores de 2010
A Oracle é deposta?
Quando você conversa com CIOs e menciona a palavra “Oracle”, eles ficam nervosos. Em 2010, podemos ver a Oracle disparando toda a sua força de vendas. Em 2010, os CIOs têm escolhas, e, quando possível, a Oracle não será uma delas – Thornton A. May, colunista de Computerworld dos Estados Unidos.
Atraso nas grandes companhias
Com o fim da recessão, empresas médias vão aumentar os gastos com TI mais rápido do que grandes companhias. Em 2009, muitas companhias cortaram os gastos com TI drasticamente. Novas tecnologias foram deixadas de lado em favor da virtualização e de outras ferramentas.
Com a melhora da economia, executivos que sempre pensaram que TI é muito caro vão pensar melhor antes de permitir que os gastos voltem a crescer. Pequenas empresas não têm escolha. Muitas delas cortaram serviços ou programas de negócios – Bart Perkins, colunista da Computerworld e sócio da Leverage Partners Inc.
fonte: ComputerWorld
Tags: TI Comments
Google apresenta carro para imagens do Street View em SP, que começa na cidade
Posted by Daniel Pantano de Moura to Internet , NotíciaO Google apresentou nesta segunda-feira (4) o automóvel que capta, a partir de hoje, imagens da cidade para o projeto da empresa Street View.
O projeto já está presente em mais de 20 países, segundo o Google, e começou no Brasil há cerca de quatro meses, com captação de imagens em Belo Horizonte (MG).
No fim de 2009, imagens também começaram a ser captadas no Rio de Janeiro (RJ), mas nenhuma delas ainda foi publicada, pois estão ainda em preparação.
Em novembro, o governo suíço, conhecido pelo apreço ao sigilo, afirmou que levaria o Google aos tribunais por invasão de privacidade devido ao Street View.
A empresa admite que alguns países sentiram “desconforto” neste ponto com o projeto, mas que, ao explicar os “benefícios do projeto”, fornecendo informações sobre a cidade, os problemas teriam sido contornados.
O Google tem um canal no YouTube sobre o projeto no Brasil.
Tags: street view brasil Comments
A máquina de suicídio 2.0
Posted by Daniel Pantano de Moura to Humor , InternetCriar uma presença online, hoje, é difícil. Presença em múltiplas redes sociais, serviços de microblog e afins, atualizações, interação com outros usuários… É tanta coisa que, se não nos policiarmos, gastamos uma boa parte do dia nessa selva de sites modernosos e acabamos esquecendo de coisas triviais, como comer, dormir e trabalhar.
Mesmo sendo tão difícil consolidar-se virtualmente, há casos em que um “basta” é necessário ou desejado. Alguma coisa ruim aconteceu, ou o saco para as mídias sociais estourou. Resultado? A pessoa simplesmente quer se livrar disso tudo e viver.
Desconheço casos dramáticos de “suicídio virtual” massivo, abrangendo todas ou as principais redes em que uma pessoa participa, mas deve existir público. Só isso justifica a existência da The Web 2.0 Suicide Machine, uma “máquina” que lhe mata virtualmente em poucos minutos.
A máquina de suicídio funciona com quatro serviços até o momento: Twitter, LinkedIn, Facebook e MySpace. Seu funcionamento é transparente, e parece ser feito por um bot, ou algo do tipo. Ao entrar com as credenciais do site do qual deseja sair, o sistema faz login, troca senha e imagem de exibição, e apaga todos os contatos e atividades do perfil. É, de fato, uma maneira autômata de fazer um procedimento que, dependendo da assiduidade do usuário na rede em questão, poderia levar horas. Uma estimativa do site diz que, numa conta do Facebook com cerca de mil amigos, o tempo total para cometer o “facebookcídio”, manualmente, chegaria a 9:30 horas; já com a máquina, dura pouco mais de 50 minutos.
Há alguns anos, quando o orkut saiu do underground e caiu na boca (e nos PCs) do povão, houve uma onda enorme de “orkutcídios”. Uma aplicação como essa, naquela época, seria bastante usada no Brasil. Hoje? Muitos ainda desistem de uma ou outra rede social por motivos diversos, logo, há espaço para a The Web 2.0 Suicide Machine.
Quem será a próxima vítima?
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5 simuladores para relaxar após as festas
Posted by Daniel Pantano de Moura to JogosApós o fim da correria das festas em 2009, nada melhor do que relaxar um pouco e se divertir com um bom simulador na frente do PC. A INFO selecionou cinco opções para começar o ano.
Entre aviões, carros e até jogos de tabuleiro, os simuladores são uma boa opção para testar reflexos e se divertir ao mesmo tempo.
Confira alguns dos games:
- Rigs of Rods: um jogo de feito em código aberto onde o usuário pode pilotar carros, caminhões, aviões e barco em mapas que representam lugares do globo como Aspen ou Grenoble.
- Frets on Fire: outro game de código aberto, e gratuito, que simula uma música para que o usuário toque guitarra ao estilo do Guitar Hero. A diferença é que o jogador precisa apertar dois botões do teclado ao mesmo tempo para tirar a nota do instrumento: um que seleciona a nota e outro que a tocará.
-Carom 3D: é um jogo que simula partidas sinuca voltado para quem leva o esporte a sério. Nele, o usuário terá acesso a partidas online de ótima jogabilidade.
- Flight Gear 0.9.4 for Windows: muitos mapas e um realismo impressionante fazem do Flight Gear um simulador de vôo de respeito. Nele, é possível sobrevoar praticamente todo o planeta, pois mapas de quase todos os aeroportos estão disponíveis na Internet para download gratuito.
- Vega Strike: um simulador de vôo no espaço. O usuário pilota uma espaçonave e participa de várias missões com os personagens do jogo, como transportar cargas entre planetas ou destruir naves piratas.
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Defraggler organiza dados do pen drive e do HD
Posted by Daniel Pantano de Moura to Tecnologia , WindowsO Defraggler é um programa para desfragmentar os dados do Windows. Ele é bem completo: além de oferecer uma interface intuitiva e simples de usar, é recheado de recursos.
Com o programa, por exemplo, o usuário pode desfragmentar apenas uma pasta ou um arquivo (ou uma lista de ambas), se quiser. O Defraggler, é claro, também permite a desfragmentação completa no sistema de uma só vez. Além de HDs, o software também realiza os mesmos processos em pen drives, discos removíveis e memórias flash.
Em comparação à ferramenta de desfragmentação do Windows, o grande mérito do Defraggler é que ele apresenta mais informações para o usuário. E todos os dados estão na língua portuguesa.
O Defraggler foi desenvolvido pelos criadores do CCleaner e do Recuva. Portanto, o software é bem robusto e não costuma apresentar falhas. É uma ótima solução para quem não está muito adaptado ao recurso de desfragmentação do Windows.
Tags: danieliub, defraggler, defragler, donwload defraggler, hd, organizar hd Comments
Os 10 filmes mais pirateados da semana
Posted by Daniel Pantano de Moura to Filmes , Hacker , Internet1- Avatar
2- The Invention of Lying
3- 2012
4- Dorian Gray
5- This Is It
6- Invictus
7- Inglourious Basterds
8- Funny People
9- Couples Retreat
10- Law Abiding Citizen
Fonte: Info
Tags: 2012, avatar, Filmes Comments





